Inovação, Velocidade e Pessoas

Inovação, Velocidade e Pessoas como fatores críticos na gestão de negócios formam um trinômio atemporal em termos de importância. O que se tornou desafiador e fundamental é reciclar a combinação desses conceitos no contexto atual definido como VUCA – Volátil, Incerto, Complexo e Ambíguo, que apesar de ter sido proposto no final dos anos 80 é atual e foi sendo potencializado ao longo do tempo.

Um estudo do Babson College, nos Estados Unidos, referência mundial na área de empreendedorismo, estima que, em 10 anos, 40% das empresas listadas na ‘Fortune 500’ não existirão mais por falta absoluta de adaptabilidade. As empresas estão presas num holograma e não conseguem se liberar, até porque muitas delas ainda têm sucesso – o que não vai durar para sempre.

Mas o que tem crescido de importância, especialmente nos mercados ocidentais é uma melhor compreensão do quão fundamental é o envolvimento diferenciado e integral das pessoas na busca de modelos que possam entregar inovação e velocidade como demandados pelo mercado.

Empresas inovadoras estabelecidas e novos entrantes, as chamadas startups, vêm rapidamente escalando seus negócios na medida em que focam em modelos de gestão dos intangíveis, na sua capacidade de atrair e reter os melhores talentos, inovar e estocar conhecimentos. É necessário olhar para a inovação sob a ótica da criação de valor, e não sob a ótica de geração de custos.

A necessidade de buscar novos significados, modelos de negócio e integração entre as três variáveis da equação é o desafio recorrente para todas as organizações. Especialmente as que atuam no consumo, pela crescente, irreversível e constante mutação dos consumidores que, em parte, também são os colaboradores.

Inovação e Pessoas

O processo de digitalização é tão acelerado que hoje as pessoas estão mais informatizadas que as empresas. E as grandes empresas, muitas vezes, perderam o passo e ficaram para trás. Essa velocidade toda é um mega problema dentro dos negócios porque as empresas têm cultura, arquiteturas de valor e de poder que permeiam as relações. Mas para crescer e inovar, é preciso mudar essa cultura.

Hoje as empresas estão competindo por profissionais, e não por participação de mercado. O maior desafio da transformação digital é gente. É possível que empresas não consigam fazer a transformação digital porque não conseguir transformar suas culturas.

Que desafios e oportunidades pedem minha reflexão?

 

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