O Desafio para Negócios: a Razão do Consumidor

O último desempenho de crescimento do Black Friday chama a atenção: crescimento de até 36%, em relação ao ano passado, enquanto o varejo como um todo cresceu um pouco mais de que 6%.

Um levantamento da GfK aponta que mais de dois terços (65%) dos compradores que vão participar do evento afirmam a intenção de comprar itens só para si mesmos, enquanto 5% dará um presente apenas para outra pessoa e 30% devem comprar para si e para dar de presente. O que chancela a ideia de que a Black Friday se consolida como a data do “eu mereço” para o consumidor brasileiro.

É um sinal de que o consumidor brasileiro redefiniu uma nova relação emoção e valor no seu comportamento como resultado de suas experiências e vivências recentes. Globalmente existe uma tendência ao aumento da predominância da razão sobre a emoção que tem como resultado uma maior pressão sobre a rentabilidade dos negócios, uma vez que mais razão envolve mais comparação e negociação, e menos impulso.

Para reequilibrar essa equação, mais investimentos, custos e principalmente inovação e excelência na execução serão necessários para valorizar o lado emoção no comportamento dos consumidores buscando o equilíbrio instável e sutil que consiga melhorar a rentabilidade final.

Como tudo que envolve o volátil cenário de negócios atual, a diferença reside em combinações ousadas que possam integrar o ajuste às tendências emergentes com novas realidades geradas a partir de soluções inovadoras.

Um chamado para pensar em propostas renovadoras.

 

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