O novo papel da loja

Com os clientes cada vez mais mudando seus gastos online, não é suficiente para uma loja física ser apenas um local de transação. A loja tem um novo papel. Agora ele deve servir como um ambiente de construção de marca, ondo os clientes podem ter experiências especiais presenciais que não podem ser replicadas em canais digitais.

Definitivamente, as lojas têm às mãos, múltiplas formas de redimensionar a experiência do cliente e de explorar o comportamento de um consumidor com ansiedade por experimentar e testar novos modelos. A chave do bom uso de tecnologias interativas deve sempre proporcionar ao consumidor motivos que o façam retornar. Os tempos mudam, mas o objetivo permanece. O desafio de atrair clientes: dependerá cada vez menos de promoção e cada vez mais de experiências baseadas em tecnologia.

Como manter as lojas interessantes?

Os varejistas precisam aproveitar ao máximo as vantagens sensoriais embutidas nas lojas físicas em relação ao comércio eletrônico. Elas precisam promover a experiência de tocar, cheirar e experimentar produtos, e devem garantir que experiência de loja é agradável e conveniente. Caso contrário, os clientes simplesmente não se incomodarão em se dirigir até a loja.

Para um redesenho de formato mais rápido e mais barato, recomendamos uma abordagem que case a criatividade e a empatia do pensamento de design com a disciplina e a velocidade das metodologias ágeis. Essa abordagem se concentra em fazer continuamente mudanças pontuais e de alto impacto, em vez de remodelar todo o departamento ou em toda a loja.

Um nova mentalidade

Tanta mudança ao redor do setor exigem transformações radicais no modelo de negócios do varejo. Mas uma nova mentalidade deve ser orientadora: “nunca ter sido feito”. O ponto é que durante esse processo, porém, muita coisa pode sair errada…e tudo bem. O segredo é que as falhas são necessárias no processo de inovação, mas é preciso fazer ajustes rápidos.

O debate continua: o varejo físico não renasceu até porque nunca morreu. O que sucumbiu foram modelos de negócio que não se adaptaram às novas exigências do consumidor. Modelo que não conseguiram reagir na velocidade dos seus competidores ou não desenvolveram um novo mindset de gestão.

 

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