O Varejo Tradicional em Ruptura

O varejo convive com uma transformação brutal em meio a uma névoa chamada crise econômica. A bem da verdade, o ambiente de mudanças provoca os dois fatos.

No Brasil e em várias regiões do planeta, o fechamento de lojas ultrapassou as aberturas de lojas em todo o mercado nos últimos anos. E, o tráfego de pedestres no varejo, tanto nas lojas de shoppings quanto nas lojas “de rua”, tem caminhado em trajetória de queda. Também é verdade que o cenário de varejo está repleto de falências, com mais surgindo no horizonte.

Então, o varejo tradicional está morto? Ou está passando por uma metamorfose, a qual podemos considerar que esteja mais viva do que nunca?

Com olhar de investigador, podemos afirmar que o varejo, longe de ser moribundo, está experimentando uma reinvenção a uma velocidade sem precedentes. Não é uma história sobre o mal-estar do setor, mas sim uma história de dois mundos – o antes e o depois.

O novo ambiente

Nesse ambiente, os consumidores são promíscuos em suas compras, mudando facilmente de uma marca ou canal para outro. A tecnologia não apenas impulsiona o engajamento do consumidor, mas também muda o manual para a produtividade do varejo. Os limites do setor estão se remodelando: os revendedores estão vendendo para os consumidores, enquanto os varejistas estão expandindo para setores adjacentes em busca de crescimento. A guerra pelo talento continua, e os varejistas estão lutando contra empresas dentro e fora do varejo para atrair as melhores pessoas.

Se houve um tempo para desafiar suposições e tomar medidas corajosas, é agora. Os movimentos anteriormente tido como opcionais tornaram-se “obrigatórios”. Os varejistas que ficam em cima do muro arriscam-se a competir com concorrentes agressivos, velozes e com visão de futuro.

Todo varejista deve decidir se quer ou não se antecipar à curva e redefinir sua estratégia e modelo operacional para vencer. Alguns estão tomando uma posição de esperar para ver. Outros estão se movendo com muita cautela e causando pouco impacto. Somente atendendo a novos imperativos – e agindo com urgência – os varejistas podem se posicionar para um futuro vencedor.

Que imperativos? Um convite a uma conversa.

 

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