Organizações Tradicionais X Organizações Ágeis

As organizações “tradicionais”, projetadas principalmente para estabilidade, envolvem uma hierarquia estrutural estática e em silos. As metas e as decisões fluem para baixo, com os órgãos de governança mais poderosos no topo. Essas organizações operam através de planejamento e controle linear para capturar valor para os acionistas. Embora essa estrutura possa ser forte, ela costuma ser rígida e lenta.

Em contraste, as organizações ágeis são projetadas para estabilidade e dinamismo. Eles são formados por uma rede de equipes dentro de uma cultura centrada nas pessoas que apresenta aprendizado rápido e ciclos rápidos de decisão, possibilitados pela tecnologia e guiados por um poderoso propósito comum de cocriar valor para todas as partes interessadas. Esses modelos operacionais ágeis permitem reconfigurações rápidas e eficientes da estratégia, estrutura, processos, pessoas e tecnologia em direção a oportunidades de criação e proteção de valor. Organizações ágeis, portanto, adicionam velocidade e adaptabilidade à estabilidade, criando uma fonte crítica de vantagem competitiva em condições voláteis, incertas, complexas e ambíguas.

Cinco marcas registradas distinguem essas organizações:

– Um norte incorpora toda a organização

– Uma rede de equipes capacitadas

– Rápida decisão e ciclos de aprendizagem

– Um modelo dinâmico de pessoas que inflama a paixão

– Tecnologia de habilitação de próxima geração

 

Uma Nova Visão do Mundo

 

Uma visão do mundo (um paradigma) perdurará até que não possa explicar novas evidências. O paradigma deve então mudar para incluir essa nova informação. Estamos vendo agora uma mudança de paradigma nas formas como as organizações equilibram estabilidade e dinamismo.

Agora, encontramos o paradigma da máquina mudando em face dos desafios organizacionais trazidos pela “revolução digital” que está transformando indústrias, economias e sociedades. Isso é expresso em quatro tendências atuais:

  • Ambiente em rápida evoluçãoTodos os padrões de demanda das partes interessadas estão evoluindo rapidamente: clientes, parceiros e reguladores têm necessidades urgentes; os investidores estão exigindo crescimento, o que resulta em aquisições e reestruturações; e os concorrentes e colaboradores exigem ações para acomodar prioridades que mudam rapidamente.
  • Introdução constante de tecnologia disruptivaEmpresas e indústrias estabelecidas estão sendo comoditizadas ou substituídas por meio de digitalização, avanços em biociência, uso inovador de novos modelos e automação. Como exemplos: a Internet das Coisas e robótica.
  • Acelerar a digitalização e a democratização da informaçãoO aumento do volume, a transparência e a distribuição de informações exigem que as organizações se envolvam rapidamente na comunicação multidirecional e na colaboração complexa com clientes, parceiros e colegas.
  • A nova guerra pelo talentoÀ medida que as tarefas criativas baseadas em conhecimento e aprendizado se tornam mais importantes, as organizações precisam de uma proposta de valor diferenciada para adquirir – e reter – os melhores talentos, que geralmente são mais diversificados.

As tendências descritas acima estão mudando drasticamente como as organizações e os funcionários trabalham. Qual, então, será o paradigma organizacional dominante para os próximos 100 anos? Como as empresas equilibrarão estabilidade e dinamismo? E, quais empresas irão dominar seu mercado e atrair os melhores talentos?

 

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