Visualizando um novo Formato para Melhor Estratégia

Quando os executivos se reúnem na sala de planejamento estratégico, eles buscam identificar e priorizar as escolhas grandes e ousadas que moldarão o futuro da empresa. Muitas vezes, no entanto, suas escolhas são diluídas e embargadas.

As empresas que não têm convicção sobre prioridades muitas vezes distribuem recursos uniformemente em vários projetos, em vez de visarem alguns projetos com potencial para ganhar mais. As empresas que buscam escapar da desaceleração do crescimento de seus principais negócios sabotam a si mesmas ao perseguir novos mercados sem avaliar criticamente se ou como podem vencer.

Para evitar esse destino, as empresas devem examinar suas escolhas estratégicas por meio de quatro lentes críticas e interdependentes: o desempenho financeiro da empresa, as oportunidades de mercado, a vantagem competitiva e o modelo operacional.

Os executivos tendem a enfatizar excessivamente os dois primeiros – vendo as opções estritamente no contexto de oportunidades financeiras e de mercado – porque essas lentes representam insumos críticos no caso de negócios. Mas saber o que será necessário para atender ou superar as expectativas financeiras e quais mercados são lucrativos não fará muito bem se a empresa não tiver os recursos necessários para vencer nesses mercados. Também não fará muito bem se a empresa não tiver pessoas, processos e estrutura organizacional para implementar a estratégia proposta com sucesso.

Ao visualizar as opções estratégicas em todas as quatro lentes, os executivos podem identificar e priorizar os grandes movimentos que levarão as empresas a novos mercados e oportunidades de crescimento, ou as medidas que podem tomar para consolidar o núcleo. Quando combinadas, as lentes fornecem uma visão clara, equilibrada e holística, não apenas das oportunidades em jogo, mas também do que será necessário para capturá-las. Esse tipo de diligência de estratégia objetiva pode melhorar as conversas na sala de estratégias e, em última análise, elevar o desempenho corporativo em maior velocidade.

 

Por Kevin Laczkowski, Werner Rehm e Blair Warner, sócios da McKinsey

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